A Cris escreveu no blog dela que aprendeu, com a mãe ou com Platão, a ser incompleta, “como se sozinha não fosse inteira”. Li, achei bonito e até senti um pouco de inveja. Pois eu não sou assim. Aprendi, sozinha, a ser inteira, a ser completa e a ser... sozinha. Agora, diferente da Cris, não sei como desaprender a ser uma, pra poder ser dois.
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