sexta-feira, 25 de março de 2011

doidinhas e divertidas

Bibi, fiquei me vendo hoje, refletida no espelho dos acontecimentos, e me espantei com o tanto que somos parecidas. E sabe a que conclusão cheguei? O mundo seria mais pobre sem nós. Sem pretensão alguma. A gente colore isso tudo aqui. Risos. Tá certo que tem hora que carregamos na tinta, mas é tudo muito colorido e feliz no fim das contas. Somos duas artistas. Risos. E por isso não vamos nunca desistir. Vamos continuar a atravessar nossos lagos de gelo fino. E praias. E montanhas. E cerrados. E savanas. Somos doidinhas, mas somos muito divertidas.

quarta-feira, 23 de março de 2011

viajante

Entrei numa biblioteca essa semana, à caça de um bom livro. Puro entretenimento. Eis que encontro um que traz a peculiar história de um casal. Ele tem uma doença que o faz, de tempos em tempos, viajar no tempo, ora pro passado, ora pro futuro. Nessa, precisa aprender a se adaptar a cada nova vida encontrada e, de quebra, conhece sua esposa, verso e reverso. Ela precisa aprender a conviver com a ausência do marido e as idiossincrasias dessa relação inusitada. Quis comprar o livro, mas preferi anotá-lo na minha lista de "Livros que Desejo". Por que? Acho que seria demais encontrar a resposta. Eu, que sempre vivi de perguntas, como posso, de repente, simplesmente ter as respostas? Anjos às vezes também aparecem - em sonhos ou em carne e osso - trazendo o fim aos questionamentos. Mas como ouví-los e não ter mais com o que se preocupar? E é nessa insistente mania de recusar o presente que a Vida apresenta que as respostas começam a embaralhar. O que havia deixado de ser fantasma começa novamente a assombrar. O que já era luz começa a ser tomado pela escuridão. Me responde, Bibi: como fazer para ACREDITAR invés de ESPERAR E DESEJAR? Como acreditar naquela Joaninha que um dia explicou que era a lagarta que tinha virado borboleta e não a borboleta que ia virar lagarta?

Detalhe: postezinho nada divertido - risos. risos. risos

quarta-feira, 16 de março de 2011

sonho

Bibi, quando eu resolvi fazer esse blog com você, achei que seria o diário de uma nova fase. Pras duas. Vejo, pela ausência de posts, que continuamos doidinhas, mas ainda pouco divertidas.

sexta-feira, 11 de março de 2011

tsunami

O que a gente faz quando uma onda gigante chega carregando tudo que vê pela frente? Tá enganado quem pensa que fenômenos desses só acontecem no Japão ou na Indonésia. Bom é saber que construções sólidas se mantêm de pé.